Defesa da Tide dia 29: Foram testadas várias mídias
para transmitir e gravar a defesa.
Foi sugerido tornar o programa “ao vivo” da Sonora
como uma nova serie, “às vivas”. A próxima pessoa a ser entrevistada será a
Manon, dia 04/05, e a entrevistadora será definida na semana. Foi cogitado o
nome da Mariana, que foi quem apresentou a Manon à rede.
Depois da Manon há possibilidade de fazer “às
vivas” com a Vanessa, a Tide e a Antonilde.
Marina ficou encarregada de fazer o flyer da Manon
para lançar na sexta.
Valéria ficou de ver com o Chico o/a logo da Sonora
5 anos, para colocar no flyer.
Eliana ficou de falar com a Antonilde sobre “às
vivas”, ver datas possíveis.
Lilian vai falar com a Vanessa sobre “às vivas”
(idem).
Calendário
04/05 “às vivas” com
Manon Ribat.
11/5 Reunião operacional?
“às vivas” com Tide? Vanessa? A da Antonilde deve ficar para junho, já que ela
fará uma live no Instagram dia 24/4.
1. “ESCUTA:” – Um recital-conversa em torno da antologia de Pós-Doc “Compositoras Latino-americanas: vida – obra – análise de peças para piano”, de Eliana Monteiro da Silva. E-book lançado pela Ficções Editora em 2019. Disponível em: http://ficcoes.com.br/livros/compositoras_la.html.
2. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. Nicolau Sevcenko. Companhia das Letras, 2001.
3. PROGRAMA DO RECITAL:
Gabriela Ortiz (Mexico) Preludio 1, dos Estudios entre Preludios.
Eunice Katunda (Brasil) Sonatina (1º movimento).
Graciela Paraskevaídis (Argentina/Uruguai) …a hombros del ruiseñor.
Cacilda Borges Barbosa (Brasil) Estudo Brasileiro n 1.
Valeria Bonafe (Brasil) Do livro dos seres imaginários: Kami, Odradék, Shang Yang e Haokah.
2. Clara Schumann: compositora x mulher de compositor. Eliana Monteiro da Silva. São Paulo, Ficções Editora, 2011. Disponível em: http://www.ficcoes.com.br/livros/clara.html.
Qual é a relevância de falar sobre compositoras latino-americanas em meio à quarentena do corona vírus? Eliana e Valéria, da Sonora músicas e feminismos, conversam sobre as escolhas que nos trouxeram a 2020 e as mensagens presentes nas composições de mulheres por tanto tempo silenciadas. Para assistir a live entre em: https://www.facebook.com/sonoramusicasefeminismos/videos/519791095404101/
Assista ao vídeo Escuta: Eliana Monteiro da Silva, Compositoras Latino-americanas:
Estiveram presentes: Mariana, Flora, Carolina,
Lilian, Valéria, Manon e Eliana.
Houve uma rodada de testemunhos de como cada
uma está vivendo este momento de quarentena.
Informes:
Live para lançar “Escuta:” com Eliana. Foi feito o
teste com Carol, Valeria e Eliana e ficou acertado que a live será dia 13/4 as
18:00. Será na sequência da reunião semanal da Sonora. Marina poderá fazer
flyer de divulgação?
Podcast: Mariana, Manon e Dani se reuniram para
falar do podcast da Ximena. Elas conversaram sobre livros, autor@s e músicas citad@s
pela Ximena na entrevista já realizada. Os sonhos, o tema da migração, entre
outros, estão na pauta do podcast. Foi feito um roteiro e há intenção de
incluir um exercício de deep listening. Para isso a Mari ficou de entrar em
contato com a Ximena e pedir sons da cidade dela e de outras referências. Em relação
à inserção de sonhos e referências de integrantes da Sonora, houve um consenso
em trabalhar isso separadamente do podcast da Ximena. Estes elementos podem
entrar no roteiro, mas não há espaço para expandir o assunto como é desejado.
O trabalho sobre sonhos será realizado como um
projeto a parte. Mari, Lilian, Manon e Dani estão nesse projeto. Já havia uma
ideia da Lilian de fazer um projeto sobre o contexto da pandemia e da
quarentena. Os sonhos dialogam com essa ideia também, mas ainda não está claro
como pode ser essa configuração.
Mariana contou que vai dar uma entrevista em breve,
vai avisar quando for divulgada.
Calendário
13/4 Live para lançamento
do vídeo “Escuta:” com Eliana, Valéria e Carolina.
13/4 Reunião operacional
para discutir texto de Paul Preciado compartilhado pela Mariana.
Filmes e séries para assistir com os ouvidos abertos:
Mon oncle (Jacques Tati); Bande de filles (Celine Sciamma); Blow out (Brian de Palma); Ex-Paje (Luiz Bolognesi); Chernobyl (Johan Renck); Blindness (Fernando Meirelles); The crown (Peter Morgan); The Handmaid’s Tale (Kari Skogland);Redemoinho (Jose Luis Villamarin); Va e veja (Elem Klimov); O menino e o mundo (Ale Abreu); Como nossos pais (Lais Bodanzky).
Filmes que eu participei (comentados na conversa):
Socrates , Alexandre Moratto Morto não fala, Dennison Ramalho Pitanga, Beto Brant O filme da minha vida, Selton Mello Elis, Hugo Prata Bingo o rei das manhãs, Daniel Rezende
O que é foley?
https://www.youtube.com/watch?v=vXXsHB-biEo
O pinewood studios é uma referência no meio de som para cinema. Achei esse vídeo bem explicativo sobre o assunto.
O que seria o desenho de som para cinema?
A Paula Fairfield é sound designer e trabalhou nos efeitos sonoros de Games of Thrones
Livros de referência:
A educaçao sonora, Murray Schafer The soundscape (A afinação do mundo), Murray Schafer The foley grail, Vanessa Ament
Mulheres-maravilhas do som para cinema (BR):
Para quem quiser saber mais sobre o trabalho delas, entrem no site IMDB (https://www.imdb.com/) e digitem o nome delas ! 🙂
Miriam Biderman (Supervisora de pós-produção de som, editora de diálogo) Tide Borges (Som direito para cinema) Andreia Freire (artista de foley) Guta Roim (Artista de foley) Rosana Stefanoni (Mixadora, editora) Raiza Rodrigues (Editora de diálogo e dublagem) Vanessa Gusmao (Editora de som para cinema, foley e ambientes) Marina Mapurunga (Sound designer) Bianca Martins (Editora de som para cinema)
Cada qual falou de si e de como estão as coisas neste período de confinamento. Dividimos informação sobre técnicas, ideias e relatos sobre aulas, reuniões, trabalhos e vida.
Tide e Marina iniciaram uma pesquisa sobre mulheres que trabalham com som no cinema, em áreas diversas desta vertente. A metodologia é inspirada na conversa entre mulheres citada em um artigo da Lilian e da Valéria. Esta pesquisa é para um livro sobre mulheres no cinema.
Carolina tem qualificação marcada para esta semana.
Tide tem defesa marcada para abril.
Escuta Eliana está em fase de finalização. Marina está se empenhando nesta tarefa.
Material da Encontra Sonora foi finalizado pela Lucia e está no drive da Sonora.
Pauta
Rodada de conversa para saber como cada integrante
está neste período de confinamento.
Podcast – ouvir o que já fizemos e mais um para
comparar. Começaremos pelo da Ximena.
Ações da rede – Tide gravou um áudio para o projeto
Sonora vírus. Quem puder/quiser ser @ próxim@ avise por zap e ela manda por email.
Horário reunião: das 16:00 às 18/19:00? Marina
ficou de fazer um doodle, mas foi sugerido mandar esta sugestão de horário no
zap.
Fraldário
– A Sonora recebeu um e-mail da Direção convidando para uma reunião no dia 10/3
às 10:30. Como nenhum(a) de nós poderia ir nesta data, enviamos um e-mail
resposta pedindo para agendar outro dia e horário. Foi sugerida a data 1/03 ou
13/03.
Creche
– Haverá um piquenique/ato feminista dia 11/3 que sairá da Praça do Relógio e
marchará até a creche. São diversas as pautas abordadas no ato e a recuperação da
creche é uma delas. Foi sugerido que a Sonora propusesse uma ação em prol dessa
recuperação também, em outra circunstância. Há informação de que o Coletivo Feminista
e o CALC estão interessados e se reunindo em torno dessa causa.
Pauta
Créditos – Como pontuar/contabilizar as ações que
fazemos há 5 anos? Seria bom padronizar os relatos das nossas pesquisas,
entrevistas, podcasts, etc., na hora de colocar no Lattes, por exemplo? Foi
sugerido fazer um GE com textos que falem sobre organizações, grupos de estudos
no CNPq e outros formatos.
Acolhimento – Foi colocada a questão de como
acolher relatos de abusos e/ou assédios na universidade. Foi falado sobre a
representação da Sonora na Comissão de Direitos Humanos e em como estes casos
podem ser encaminhados à CDH.
5 anos da Sonora – Foi sugerido criar um logo “Sonora
5” para marcar todas a publicações deste ano. Chico ficou de esboçar um logo.
Recepção de Calourxs – haverá um evento de recepção
em março? Abril? Com que tema? Ficamos de nos dividir em 2 grupos, um para a
recepção de calourxs e outro para o edital Ciência Cidadã, cujo limite é dia
16/3.
Edital Ciência Cidadã – Seria interessante para ativar
a série Experimenta? Fazer uma serie de workshops daria visibilidade à Sonora?
Foi falado que o Sesc está dando oficinas de produção
de podcasts. Este é um exemplo de atividade que a Sonora poderia propor.
Calendário
16/3 Deadline do Edital
Ciência Cidadã
23/03 – Recepção de
calourxs?
30/03 – Visões com
Vanessa De Michelis (parceria com NuSom.
Derivas da Escuta – experiência imersiva conduzida por Ritamaria e Mariana Carvalho no próximo sábado, 07/03, na A Casa Tombada. Mais informações e inscrições no site: https://acasatombada.com.br/derivas-da-escuta-2-com-ritamaria-e-mariana-carvalho/
ANPPOM anunciou no facebook que nesta edição estão providenciando um espaço de acolhimento para crianças, mães e pais. Isso tem a ver com mobilizações da Sonora nos últimos anos (principalmente encabeçados pela Tânia Neiva). Sugestão de post da Sonora sobre isso.
Fernando Iazzetta compartilhou um edital aberto aqui dentro da USP (pró-reitoria) e pode ser de nosso interesse, principalmente para o projeto do podcast: edital de apoio a projetos de pesquisa com iniciativas de ciência cidadã”. Prazo limite: 16 de março. Programar uma reunião para isso.
O Gustavo Branco doou para nós o programa de um festival de Nova Iorque chamado “Focus” (organizado pela Giuliard School), que teve o último ano dedicado a compositoras.
Projeto do NuSom – projeto temático mandado para a FAPESP – não foi aprovado. Mandamos propostas da Sonora dentro deste projeto, e também da Lílian e da Valéria relacionados. O projeto vai ser reapresentado e precisa de uma readequação, inclusive na parte da Sonora nele. Programar uma reunião para isso.
O projeto Vozes sem Palavras, Marina Mapurunga junto com o Sonatório (seu grupo na UFRB em Cachoeira) está pronto e vai ser lançado semana que vem. A Sonora gravou uma faixa para ele no ano passado. Pensar num texto de relato de processo para as redes
8M e 14/03 (Marielle): Dia 05/03, mesa sobre o papel das mulheres nas lutas latino-americanas, na Prainha, organizado pelo Coletivo Feminista e o CALC, seguida de Quinta i Breja do Coletivo Feminista. Dia 08/03, domingo às 14h, ato unificado na Paulista (concentração na Praça Mário Covas, na altura do n.1800). Dia 11/03, quarta às 12h, vai ter um pique-nique feminista organizado pela DCE, Rede Não Cala, ADUSP e SINTUSP, na Praça do Relógio com passeata até a creche da USP. Dia 14/03, sábado às 17h: Quem Mandou Matar Marielle, dois anos de luto e luta, na Praça do Ciclista, Paulista.
Jazzmin’s: Manon encontrou com Paulo Assis: tudo está editado e mixado (quase pronto!), só falta mexer um pouquinho nas conversas. Falta a triagem dos takes de imagens das conversas. Falaram sobre o aprendizado do processo e como fazer melhor das próximas vezes.
Escuta: Eliana está pronto faz tempo e só falta a vinheta. Marina vai fazer a vinheta assim que entregar a qualificação.
Trocadores vão ser instalados no prédio principal da ECA.
Sonora vai fazer 5 anos em abril.
Desejos:
Val: Agora está no Pós-doc no CMU e a série Vozes os Podcasts estão relacionados ao projeto dela, a ver com poéticas sonoras nos trabalhos de mulheres. Também gostaria de contribuir mais com o tema maternidade e vida acadêmica (retomar isso) – espaços, impacto na produção e vida acadêmica.
Mari: podcast, série vozes, sessòes de escuta e grupo de estudos. Experimenta de gravação, ou juntar isso com alguma série escuta. Deep listening. Álbum Sonora selo Berro. Vozes com a Lílian. Traduzir site pro inglês e espanhol.
Rafa: criar coletivo de pessoas psico divergentes e falar da psico normatividade – evento da sonora relacionado a isso, série Visões ou GE. Fazer a ópera King Haralds Saga, de Judith Weir, aqui no CMU e em outros lugares, e que isso faça parte da série Escuta: . Trazer Judith Weir e Emily Thorner pro Vozes tb, ou seja transmitido ao vivo, em podcast ou vídeo, algo do tipo.
Manon: Falar de compositoras de músicas para filmes no brasil, fazer um podcast sobre isso, pesquisar mais.
Tide: Finalizar todas as coisas começadas. Salvar vídeos do youtube no drive. Fazer outro Vozes. Organizar podcast no site. Organizar tudo lindamente como comemoração para os 5 anos. Vozes Manon tb.
Lílian: Escrever sobre a Sonora. Sonora está fazendo 5 anos e já temos uma perspectiva para falar sobre a rede. Olhar para nós mesmas. Falar sobre créditos dos nossos trabalhos, como credita produção, como nos referimos. Fazer mais Vozes e os podcasts. Programa da Ximena Alarcón. Álbum Sonora selo Berro – 5 anos. Pensar mais sobre nossos focos e as demandas de cada trabalho. Falar sobre criação musical através da conversa: encontros sobre criação.
Flora: Ano de TCC – relações da sonora com isso. Chamar Ana Fridman pra Sonora. GEs: questão queer, pedagogia queer, monogamia e não monogamia nas relações em geral. Vozes Susana Igayara.
Reuniões necessárias:
edital da pró-reitoria
projeto do NuSom
balanço Jazzmin’s e como trocar sabedorias
site e materiais (domínio, arquivos)
Próxima reunião:
Edital da pró-reitoria (ler edital para semana que vem)
Falar sobre podcast (e edital)
Pensar neste ano voltado pra nós como 5o ano da Sonora.
Vanessa
De Michelis conduziu este Grupo de Estudos sobre Arte e Trabalho, pesquisa que
vem desenvolvendo em seu Mestrado em Londres (Inglaterra) há alguns anos. Ela
enviou, previamente, os textos Unpacking
the Politics of Creative Labour, do livro “Be Creative: Making a Living in the
New Culture Industries”– de Angela McRobbie –, e Setting the stage: the cultural and creative industries,
entrepreneurialism, and the classical music profession, do livro “Gender,
Subjectivity, and Cultural Work: The Classical Music Profession” – de Christina
Scharff –, para que fossem lidos e discutidos neste encontro.
Vanessa
iniciou dando um panorama de como foi sua escolha para estudar em Londres, as
expectativas, as dificuldades, as frustrações por ser uma latino-americana no
chamado Primeiro Mundo em meio a preconceitos e descompassos. Essa foi uma das
razões de ela ter escolhido estudar Políticas Culturais em vez de Arte Sonora.
Sua situação em meio às e aos artistas nascidos no mundo desenvolvido, com todo
o suporte e background que isso implica e representa.
Ela descobriu
Angela McRobbie, que estudou e estuda os processos sociais nos ambientes
culturais. Angela pesquisa o apagamento das mulheres na contracultura de 1960-70,
ao mesmo tempo em que artistas da contracultura iam se estabelecendo e, de
certa forma, se institucionalizando nesse cenário. Artigos de Angela foram
publicados em revistas femininas da década de 1970. Ela observa a presença das
mulheres no mercado de trabalho.
Paralelamente,
Vanessa mergulhou na história da indústria cultural a partir da Guerra Fria, a
fim de desvendar os processos políticos que conformaram estes espaços de poder.
Ela chama atenção para a importância dada à produção e circulação de materiais
artísticos em detrimento do próprio conteúdo neles embutido. Durante a Guerra
Fria, fez-se primordial sobrepor a ideia de criatividade à de cultura, até então
vinculada a questões marxistas.
A
criatividade é cultivada desde a infância para, um dia, ser aplicada ao mercado
de trabalho. As universidades inglesas têm estratégias e setores voltados à
inserção de alunas(os) no mercado de trabalho. Há uma ilusão romanceada a
respeito das carreiras artísticas. Angela conta como a subcultura foi cooptada
pelo mainstream, ainda que este não se interesse profundamente por ela.
A ideia
de proletarização do trabalho artístico, a destruição dos sindicatos e
organizações de classes e a narrativa de que as(os) artistas sairão vencedoras(es)
por sua dedicação, persistência e talento, faz com que esta situação se
mantenha, alimentando a crença no neoliberalismo.
Na Inglaterra,
aproximadamente 10% da economia gira em torno das atividades culturais. Eles
exportam cultura para o resto do mundo. No caso do Brasil, o número de pessoas
empregadas na cultura equivale a 2% do PIB. Destas, a maior parte está empregada
no âmbito do consumo: propaganda e marketing, aromas, sabores, coisas afins. A
menor parte está na performance, artesanato, etc.
Algumas
questões que emergiram da fala da Vanessa foram: quais São as reais perspectivas
do Brasil se inserir no rol de países onde se pode viver de fazer arte? Quais são
as chances de se realizar um sonho de ser profissional da arte? Quais são os
rumos da pesquisa em humanas e, em especial, em música?
Enfim, os
textos e as pesquisas trazidas pela Vanessa foram muito importantes para fechar
o ano de atividades da Sonora, com reflexões para 2020 e para a vida.
Lilian trouxe notícias da requisição que a
Sonora fez para que a ECA providencie alguns trocadores para a escola. O
diretor disse que encaminhou um pedido de pesquisa sobre como estes devem ser
colocados, onde podem ser adquiridos, etc. O tema vai ser discutido na próxima
reunião da congregação ou do conselho do CMU.
Marina disse que o projeto Carteadas vai ser
publicado em breve no álbum do Sonatório – Desafios Sonoros. Ela trouxe a
gravação final para aprovação do grupo.
Marina comentou o feminicídio ocorrido no mês
passado na Universidade do Recôncavo Baiano. Ela sugeriu fazer uma chamada para
um novo projeto Desafios-Sonoros abordando o tema do feminicídio, em homenagem à
mulher assassinada.
Dani contou que em 2020 vai gravar um áudio
para a sua tese. Ela convidou integrantes da Sonora para participar. Ela também
está estudando a hipótese de realizar uma apresentação ao vivo na defesa.
Pauta
Laura Mello: nesta reunião a Laura, que mora fora do Brasil, esteve presente. Além
de nos contar sobre sua trajetória profissional, Laura falou sobre seu projeto com
o músico Alexandre Fenerich, intitulado Radio Pamonha.
Laura e Alexandre estão lançando um projeto chamado
Distopia, com pequenos focos em
cidades diversas. Para esta iniciativa ela convidou a Sonora para participar,
aqui no Brasil. Seria o Distopia Brasil.
Ela comentou sobre uma galeria chamada SAVVY
Contemporary, que também recebe projetos e realiza parcerias. Aqui no Brasil
ela está em contato com o SESC.
Laura nos deu um livro sobre os festivais de música
eletroacústica Heroins of Sound. O
livro traz artigos sobre as edições de 2014 a 2018 do festival. Ela deixou um
pendrive com dados do projeto para que vejamos depois.
GE Vanessa De Michelis, divulgação:
Marina ficou de fazer e Eliana vai postar no site e
facebook.
Balanço de 2019:
25/02: Foi decidido
o pedido de participação da Sonora na Comissão de Direitos Humanos por meio de
uma representante. A participação se efetivou em maio de 2019, quando a Eliana
foi à 1ª reunião da comissão.
25/03: 1ª Reunião Sonora de 2019 – Sonorização ao vivo de
vídeo-arte de mulheres brasileiras / Apresentação da Rede Sonora. Material
requisitado: objetos musicais / sonoros. O vídeo do evento está disponível no
site da Sonora.
20/05: GE sobre texto “Hydrofeminism:
Or, On Becoming a Body of Water” de Astrida Neimanis. O vídeo do evento
está disponível no site da Sonora.
03/06: Visões com “Vozes Inaudiáveis”. O vídeo do evento está
disponível no site da Sonora.
10/06: GE sobre texto “Lauren Otamina e eu nos portões do fim do mundo”,
de Jota Mombaça. Para esta atividade foi realizada uma leitura de
tarô pelo integrante Francisco L. Ribeiro.
24/06: Confecção de
projeto com orçamento para projeto NuSom.
Envio de programa de radio sobre Valéria Bonafé e Alma Laprida para Projeto Tsonami, na Bolívia. Os
créditos deste programa estão disponíveis no site da Sonora.
01/07: “Escuta:” com Jazzmin’s. Local: Espaço das Artes da
USP. O vídeo do evento está sendo editado para ser disponibilizado no site da
Sonora.
19/08: Atividades
ligadas à apresentação da Ópera
P.R.I.S.M., realizada no Teatro Municipal. Valéria Bonafé participou da
atividade “Roda Viva” e Lilian
Campesato participou do podcast “Teatro
Municipal”.
29/10: Gravação de “Carteadas”, para o projeto Desafios
Sonoros, (do Sonatório) no estúdio do CMU.
25/11: Encontro com Tom Richards
Desejos para 2010:
Evento sobre maternidade;
Trazer pessoas que discutam sobre vocabulário,
gênero-inclusivo. Isso se deu a partir de nossas discussões sobre o uso do “x”,
“e”, “i”, “@” nos textos do site sobre a Sonora;
Fazer algo especial para os 5 anos da Sonora;
Convidar Thais para falar da pesquisa dela na
Sonora;
Convidar Cláudio Bueno, Coletivo Explode! – que faz
residência para um público LGBTQI+ para falar na Sonora/Nusom;
Convidar Daniel Lima, da frente 3 de fevereiro,
movimento negro;
Retomar sessões de Escuta, cada pessoa trazia 3
escutas e apresentava o trabalho, fazia um post no site.
Flora e Irina falaram da importância de fazermos
algo da Sonora na semana dos Calouros, para xs alunxs da graduação saberem que
existimos.
Tarot – por Francisco Lauridsen:
Foi
feita uma leitura para a Sonora enquanto grupo.
Calendário
9/12 -GE com Vanessa De Michelis. Excepcionalmente
às 14:00. Depois, pizza de encerramento.